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Crianças, adolescentes e Adultos (individuais ou em grupos)
Criada por Wilhelm Reich (1897-1957), psiquiatra, através de seus estudos e pesquisas na área da da psique humana criou a Psicologia Corporal que é uma ciência que estuda o aspecto somatopsicodinâmico do ser humano. Ele considerou não somente a mente como também o corpo como uma unidade e com interações sistêmicas.
Ele abandonou a técnica da psicanálise quando descobriu que o corpo contém a história de cada indivíduo e é por meio dele que deveríamos buscar resgatar as emoções mais profundas.
Reich criou sua própria escola de pensamento e técnicas específicas, cuja prática está voltada tanto ao trabalho do corpo, como da mente, cuja base se dá na atuação direta sobre o sistema neurovegetativo (simpático e parassimpático). A essa técnica, Reich denominou de Orgonomia, logo após Vegetoterapia.
O processo de orientação profissional, proporciona um espaço de discussão reflexão sobre profissões afins e o mercado de trabalho; identificando quais são as dificuldades que impedem a pessoa de realizar uma escolha profissional, possibilitando opções e escolhas mais claras de acordo com o crescimento interno e com os ideais da pessoa.
A proposta de Orientação Profissional é composta de três etapas: Entrevistas ou aplicação de dinâmicas, aplicação de testes específicos, fechamento e devolução; que possibilitam detectar; características pessoais, desejos, interesses, aptidões, identificações, influências familiares, a imagem que tem em relação ao trabalho; que acabam por comprometer a opção profissional.
A atuação poderá ser realizada : auto-conhecimento, informação sobre as profissões e informação sobre as exigências do mercado de trabalho atual.
Neste caso, é realizada uma entrevista de devolução, ao final do processo afim de clarear o projeto profissional de cada um.
É importante ressaltar que um bom trabalho de orientação vocacional não decide a escolha profissional de ninguém. Qualquer que seja o recurso utilizado sua função se restringe à facilitar e instrumentalizar o aluno para que este assuma a responsabilidade de escolher o seu futuro profissional.
Assim, o trabalho de orientação profissional pode ser caracterizado como um momento de intensa reflexão, no qual o aluno será convidado a pensar sobre sua vida e suas escolhas, sobre seu modo de ser e seus desejos, sobre sua condição social e suas expectativas.
A Psicanálise é tanto uma teoria da personalidade quanto um método de psicoterapia. Ela surgiu com Sigmund Freud aproximadamente na virada do século XX. No centro da teoria Freudiana, está o conceito de inconsciente isto é, pensamentos, atitudes, impulsos, motivação e emoções dos quais não temos consciência. Freud acreditava que os desejos inaceitáveis (proibidos ou castigados) da infância são afastados da percepção consciente e tornam-se parte do inconsciente, onde continuam influenciando nossas ações. Pensamentos inconscientes são expressos de diversas maneiras, incluindo sonhos, erros de linguagem e peculiaridade de comportamento. Durante o tratamento Freud utilizava o método de associação livre, no qual o paciente era instruído a dizer tudo que viesse a cabeça como um modo de trazer desejos inconscientes a consciência. Outra técnica freqüentemente utilizada no tratamento psicanalítico tradicional é a analise do sonho, que consiste em falar dos sonhos e depois fazer associação livre com esse conteúdo. Uma busca no entendimento das transferências dos pacientes com o terapeuta, facilitando assim o entendimento psíquico do paciente. A transferência é “a tendência do cliente de fazer o terapeuta o objeto de respostas emocionais” (Atkinson, 2002. p. 594).A Psicanálise contemporânea, por sua vez, prioriza os vínculos emocionais e relacionais de amor, ódio e conhecimento, que permanentemente permeiam a dupla analítica. Começa a haver um menor rigor nos limites entre psicanálise e psicoterapia psicanalítica. O estilo interpretativo do analista adquire um tom mais coloquial, sendo que a inclusão de parâmetros técnicos é encarada com mais naturalidade. A analise das funções do ego, o que pertence ao consciente ocupa um interesse bem maior por parte dos psicanalistas. A Psicanálise começa a abrir portas para outras ciências, como a lingüística, teoria sistêmica, as neurociências, a psicofarmacologia, etiologia etc (Zimerman, 1999).
Skinner e Watson fundamentaram a psicologia behaviorista como tendo uma identificação com o ramo natural das ciências, de modo que o dualismo ficasse descartado, um método objetivo e experimental, uma posição ontológica que concebia o ser humano dentro de uma perspectiva naturalista e evolucionista, concepção determinista da causalidade, uma inclinação pragmática que destacava o objetivo de aplicar o conhecimento assim constituído em benefício da humanidade, valorização da situação presente e uma inclinação teórica que poderia explicar um comportamento específico em momento determinado (Rangé, 2001).
Nos anos 60, a disseminação da revolução cognitiva na pesquisa básica em psicologia, provocou também uma revolução cognitiva no behaviorismo. Aos poucos, modelos cognitivos como o de Ellis, Bandura, e Beck, foram sendo introduzidos e progressivamente aceitos, sendo que, atualmente a sua influência é tal que a própria escola behaviorista, tanto em termos de pesquisa quanto em termos de aplicação clinica, passou a ser chamada de cognitivo-comportamental (Rangé, 2001).
A Cognitiva moderna é em parte um retorno às raízes cognitivas da psicologia e em parte uma reação ao pensamento Behaviorista, principalmente na concepção estímulo-resposta (que tende a negligenciar atividades complexas como o raciocínio, o planejamento, a tomada de decisão e a comunicação). O estudo moderno da cognição preocupa-se com processos mentais como percepção, recordação, raciocínio, decisão, resolução de problemas. Os psicólogos cognitivo-comportamentais acreditam que as informações que chegam ao cérebro são processadas de diversas formas: elas são selecionadas, comparadas e combinadas com outras informações que já estão na memória, transformadas, reorganizadas e assim por diante (Atkinson, 2002).
Uma sólida relação terapêutica é uma condição necessária para uma terapia efetiva. Atributos como empatia, interesse genuíno, calor humano, autenticidade devem estar presentes em todo terapeuta cognitivo. O processo psicoterapêutico é visto como um esforço colaborativo entre terapeuta e cliente em que, em conjunto, estabelecem os objetivos de terapia e de cada sessão (Rangé, 2001).
Na terapia cognitiva primeiramente é utilizado o método socrático. De forma alguma ela pode ser persuasiva. Transcorre fundamentalmente em torno de perguntas que o terapeuta faz para o cliente de modo que este possa questionar os fundamentos de seus pensamentos automáticos e que, reconhecendo a ausência destes possa modificá-los. A terapia é orientada para os problemas, não para a personalidade. É estruturada e diretiva para atingir seus objetivos de mudança na situação problemática especifica. Para isso em um modelo educacional com o objetivo de ensinar ao paciente recursos e habilidades para lidar sozinho com novas situações com os quais se defronte no futuro (Rangé, 2001).
Bruno Borine - Psicólogo - (0xx11) 4418-1318 ou contate pelo e-mail: contato@inic.com.br
Monica Borine - Psicóloga